How to set up a successful low-tech planted tank without CO2: best plant species, planting methods, and ongoing care for beginners.
Pontos-chave
How to set up a successful low-tech planted tank without CO2: best plant species, planting methods, and ongoing care for beginners.
O "aquário de plantas com tecnologia avançada" (HIGH-TECH TANK), que requer sistema de injeção de CO2, iluminação LED de alta performance e gerenciamento de substrato, é bonito mas exige alto custo e manutenção trabalhosa. Por outro lado, o "aquário de plantas sem tecnologia avançada (NO CO2 TANK)" é uma abordagem que permite desfrutar de plantas aquáticas com equipamento mínimo e vem ganhando popularidade especialmente entre iniciantes.
As características do aquário low-tech são: "crescimento lento", "poucas algas" e "fácil manutenção". Como o crescimento das plantas é mais lento, a frequência de poda diminui e é o maior benefício para iniciantes manterem o aquário.
Plantas aquáticas adequadas em ambientes de baixa luminosidade e sem CO2 possuem as seguintes características:
Musgo-Chorão (Musgo da América do Sul, Musgo Triangular, Musgo-Chorão Verdadeiro): Musgo clássico fixado em rochas e troncos. Cresce sem CO2 e serve como local de desova e refúgio para camarões e peixes. Poda é opcional.
Anúbia (Anúbia-Nana, Anúbia-Barteri): Folhas duras e ótima capacidade de fixação em troncos e rochas. Extremamente resistente e cresce até na sombra. Crescimento lento mas dificilmente morre. Cuidado para não danificar o rizoma.
Microssório (várias espécies): Planta aquática do tipo samambaia que se fixa bem em troncos. Cresce lentamente mesmo sem CO2. Pode aparar se as folhas ficarem muito longas.
Bolbítis: Samambaia com aparência semelhante ao Microssório e folhas delicadas e bonitas. Quando fixada em tronco cria uma atmosfera natural.
Espada-Amazônica (Echinodorus): Planta aquática grande em forma de roseta, adequada para o fundo do aquário. Enraíza no substrato e cresce mais em substrato rico em nutrientes.
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Cryptocóryne (várias espécies): Caracterizada por folhas de cor marrom a verde. Crescimento estável na água e funciona bem em luz fraca sem CO2. As folhas antigas podem se dissolver após o replantio (doença de Criptócoryne), mas novas folhas brotarão se deixadas em repouso.
Bacopa-Caroliniana: Planta com caule reto, adequada para a região intermediária a fundo do aquário. Crescimento lento mas cresce sem CO2.
Hígrofila-Pinafida: Planta aquática com caule e muitas folhas delicadas. Crescimento relativamente rápido e consegue se manter mesmo com baixa luminosidade.
Salvínia: Planta flutuante aquática completa sem raízes, pode flutuar livremente em qualquer lugar. Eficaz para inibir algas (absorve nutrientes em excesso da água).
Substrato: Em aquários low-tech, areia grossa, areia fina ou cascalho podem ser mais fáceis de manejar do que solos nutritivos. Se usar solo, a versão absorvedora é mais estável que a nutritiva.
Filtro: Filtro externo, filtro de peneira ou filtro de esponja podem todos ser usados. O filtro externo é mais adequado para plantas aquáticas porque gera fluxo de água suave.
Iluminação: Como linha de base mínima para cultivo de plantas aquáticas, use "LED adequado para cultivo de plantas aquáticas" (cerca de 1W por litro). Pode-se usar 12 horas diárias de iluminação, mas depende da discussão sobre algas. 8 a 10 horas é um padrão prático.
Fertilizante Líquido: A adição de fertilizante líquido (ferro e oligoelementos) é eficaz mesmo em aquários sem CO2. A adição excessiva causa algas, então comece com metade da dose recomendada.
Diz-se que aquários sem CO2 têm poucas algas, mas algas aparecem com luz excessiva e ambiente rico em nutrientes.
Estratégia básica para controlar algas: - Limitar o tempo de iluminação a 8–10 horas - Realizar trocas de água semanais de 10 a 20% - Introduzir comedores de algas (Camarão Fantasma, Camarão Yamato, Otocinclus)
O aquário low-tech é "fácil de manter", não "sem manutenção". Trocas de água semanais e observação são a base para manter um aquário bonito.